Nasci em família católica, praticamente todos os meus parentes são católicos e acho que a maioria dos meus visinhos também o é. Quando eu era mais nova, íamos todos os finais de semana à missa e sempre estávamos lá na igreja no Natal e na Páscoa. Meus irmãos e eu fizemos a catequese, e hoje só falta a minha irmãzinha fazer a crisma.
Acontece que eu nunca soube o que era ser católica. Eu sabia sobre céu e inferno, e um tempo depois ouvi falar do tal do purgatório, quase sabia de cor os 10 mandamentos, não sabia a diferença entre o velho e o novo testamento, e nunca li mais que 50 páginas da Bíblia.
Eu era a típica católica brasileira, o que chamam de “não praticante”.
Quando cheguei ao segundo grau, as aulas de história de fizeram sentir… nojo, é, nojo mesmo, da Igreja Católica, e resolvi que não queria acreditar naquelas bobagens todas que eu havia aprendido, porque aquelas pessoas que me diziam o que fazer fizeram coisas horríveis com as pessoas.
Depois de muito tempo, depois de muita curiosidade sobre outros assuntos acabei chegando ao espiritismo. No começo eu não o aceitei de pronto, mas comecei a estudá-lo, achando tudo muito estranho e impossível de ser. Li muitos livros, pesquisei bastante na internet, sempre com um pé atrás, até que os ensinamentos da doutrina se tornaram compreensíveis, lógicos e confortadores.
Tudo o que aprendi até agora me ajudou a definir a pessoa que eu já era (meus pais são presentes de Deus) e a ir atrás da pessoa que quero ser. Vivo cada momento pensando na pessoa que estou sendo, nos erros que estou cometendo e quero corrigir.
Não sou como o meu namorado, que já frequentou uma variedade enorme de igrejas e já estudou uma infinidade de doutrinas. Não sei o que as outras falam, mas sei um pouco do que a minha diz, e sei do que ela não diz quando você não estuda, o que acontecia comigo quando era católica. Uma pessoa que não estuda a doutrina que segue, não compreende de que ela trata, e acaba sendo da boca pra fora e agindo como ensina a sociedade materialista.
Nesses estudos entendi sobre destino e livre-arbítrio, e baseada nisso e considerando esta pesquisa publicada na Isto É, eu jamais diria ser a favor da pena de morte ou a favor do aborto (embora eu já não fosse antes disso).
Eu adoraria que a minha família, no mínimo, me perguntasse sobre o espiritismo. Adoraría que conversássemos sobre isso. Gostaria mais ainda que eles também estudassem, e então poderíamos discutir e trocar idéias.
Mês retrasado mudei de servidor, para um com mais espaço (não que eu precisasse, mas queria me garantir). O serviço até que é bom, e o melhor, cabe no meu bolso. O problema é que tenho algumas limitações que realmente me irritam, e outras impossibilidades que me tiram do sério, e que não existiam na hospedagem anterior.
Considerando isso, gostaria de pedir a ajuda de vocês, com indicações de bons serviços de hospedagem e com preços acessíveis.
Uma pessoa, audívelmente alterada, ligou para o serviço querendo saber sobre o andamento do caso de um cliente dele. Tem gente com mais urgência e prioridade que ele, mas ele obviamente não estava se importando com isso. Me agrediu bastante e depois que passei a informação que ele queria, desliguei sem me despedir, o que pode-se dizer de “desligar na cara”. Desliguei mesmo. Não sou alguém que sabe lidar com esse tipo de situação, de ter uma pessoa agressiva do outro lado da linha. Mas enfim, na condição de indignado, ele ligou de volta dizendo que “assim como ele não pode me agredir (ele fez isso), eu também não tinha o direito de fazer isso com ele”. Sério. Não acho que o agredi, só queria cortar logo o papo que parecia que ia se estender, e desliguei quando achei que podia. Claro que devia ter me despedido, mas quem garante que ele não ia dizer algo como “calma aí que ainda não terminei”. Eu estava atendendo uma pessoa aqui. Então ele disse que eu devia dizer para ele “bom dia, tchau”. Disse, e acrescentei um “fique com Deus”. Nem deve ter ouvido.
Está cheio de gente, Brasil afora, reclamando dessa lei seca. Não sei porque, afinal, todo mundo sabe que álcool e direção são inimigos mortais. Aliás, álcool só é bom para veículos e limpeza e acender fogueiras, para seres humanos não é não. Se não soubesse que essas fábricas que produzem bebidas alcoólicas pudessem entrar com mandados de segurança (ou coisa parecida), eu diria que o presidente deveria é proibir a produção e comercialização dessas coisas no país. Claro que muita gente iria produzir clandestinamente, mas sempre com a possibilidade de serem descobertos e certamente presos, Além do mais, porque facilitar, se pode complicar esse tipo de coisa, né?
Tenho muita pena de gente que bebe. São suicídas potenciais.
Criei um meme, para quem quiser responder aqui nos comentários ou no próprio blog.
5 coisas idiotas que as pessoas fazem por aí.
- Matar pessoas;
- Agredir pessoas;
- Consumir drogas legais e ilegais;
- Tratar mau os inimigos;
- Destruir o planeta.
Bem “miss universo”, mas é assim que eu penso, mesmo.
Meu instinto de pessoa tímida me impede de aceitar, num primeiro momento, críticas. Críticas me desagradam profundamente, e tenho uma tendência quase instintiva de apagá-las. Ainda não recebi críticas aqui no blog, que bom, porque isso é um blog totalmente pessoal, o que me dá o direito de escrever o que eu quiser nele.
Acabei de olhar nos meus poucos comentários, e vi que tinha um novo. Uma tal de “gatinha” não sei o que lá, escreveu que “esse site é uma bosta” num post de muitos meses atrás sobre “dicas práticas para economizar energia e salvar o planeta“. Um comentário interessante, mas totalmente sem propósito. Já disse que não gosto mesmo de críticas, mas pelo menos diz o motivo de não gostar do blog. Vou detestar ler algo soltando veneno do que escrevi ou do que coloquei aqui, vou apagar o que recebi, mas vou pensar no assunto.
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